Especialistas em gravidez perpetuam a desinformação sobre métodos contraceptivos, entenda

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Foto: (reprodução/internet)

Uma das principais fontes de informação adequada sobre contraceptivos e saúde reprodutiva para mulheres deve vir de seus especialistas médicos. No entanto, essas informações podem estar incompletas na maioria dos casos.

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Um novo estudo na Austrália descobriu que os profissionais de saúde muitas vezes não falam com as mulheres sobre a contracepção reversível de longo prazo por vários motivos, perpetuando assim a falta de informação.

A revisão sistemática, conduzida por uma equipe de pesquisadores da Flinders University, buscou entender as opiniões dos médicos especialistas sobre a contracepção reversível de longo prazo, como dispositivos intrauterinos e implantes anticoncepcionais.

O estudo descobriu que os médicos não clínicos gerais, em países desenvolvidos, não discutiram essas opções devido a três razões principais. Isso incluiu a falta de conhecimento sobre esses métodos, preocupações pessoais e opiniões sobre eles, bem como práticas e restrições de aconselhamento contraceptivo.

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O estudo também cita estimativas das Nações Unidas, que sugerem que apenas 4,6% das mulheres na Austrália usam DIU, enquanto 22% das mulheres escolhem a pílula anticoncepcional, que também é uma opção mais barata no início.

O autor também observa que conceitos errôneos, como gravidez ectópica e problemas de fertilidade no futuro, cercam o uso de anticoncepcionais reversíveis de longo prazo.

Traduzido e adaptado por Agora Sabe

Fonte: Organic Facts

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